O que é o Desenho Humano
Tema
Um mapa da energia
O Desenho Humano é um mapa que descreve como a energia de cada pessoa tende a funcionar. Ele usa a data, a hora e o lugar de nascimento, como o mapa astral, e descreve formas de tomar decisões e de se relacionar com os outros.
Na prática
Experimentar o que o mapa sugere e ver, na própria vida, se faz sentido.
Pergunta
Que parte do meu mapa reconheci logo, e qual estranhei?
Saiba mais
O sistema foi criado em 1987 por Ra Uru Hu. Ele juntou peças de tradições antigas: a astrologia, o I Ching chinês, a Cabala e os chakras. O resultado é o desenho que aparece no mapa: nove centros ligados por canais. Alguns centros aparecem coloridos. São as partes que costumam funcionar do mesmo jeito. Os centros em branco são abertos: ali a pessoa tende a sentir e aprender com quem está ao redor. O Desenho Humano não é uma ciência comprovada nem um teste de personalidade. É uma ferramenta para observar.
Os tipos num relance
Quatro tipos, uma variante
Há quatro tipos que se complementam: o Manifestador tende a abrir caminho, o Gerador a construir e sustentar, o Projetor a enxergar e orientar, e o Refletor a espelhar a saúde do lugar onde está. O Gerador Manifestante não é um quinto tipo: é um Gerador com mais velocidade para pôr as coisas em movimento.
Ver o próprio tipo ao lado dos outros ajuda a perceber que ele é uma peça entre várias, e não um rótulo.
Em que tipo reconheço as pessoas próximas, e como a energia delas difere da minha?
As proporções são aproximadas e vêm de estatísticas do Jovian Archive, a casa do Ra Uru Hu. O Manifestador, cerca de 1 em cada 10 pessoas, tende a ter uma energia fechada e forte; a estratégia é informar antes de agir. O Gerador, cerca de 1 em cada 3, tem uma energia aberta e envolvente; a estratégia é responder. O Gerador Manifestante, cerca de 3 em cada 10, responde e depois avisa. O Projetor, cerca de 1 em cada 5, tem uma energia focada; a estratégia é esperar o convite. O Refletor, cerca de 1 em cada 100, tende a provar o ambiente; a estratégia é esperar um ciclo da Lua. Cada tipo tem ainda uma assinatura e um tema do não-ser próprios.